Bate-Papo
29 de janeiro de 2018

Sobre desapego, retorno e aquilo que dá no coração

Que título mais coisado, né? “Coisado” “Bichinhado” e até “Trem” é uma mania por aqui na Bahia. Quando a gente não sabe dá nome direito às coisas, sentimentos. Mas eu resumi nesse título, palavras de sentido.

Gente querida, como vocês estão? Ei, é sério, eu sempre perguntava isso quando escrevia por aqui na esperança de vocês me responderem mesmo, não é só hábito da educação. Mas eu compreendo a falta de resposta, afinal, do lado de cá também faltei demais com vocês.

Sempre que aparece ou aparecia com mais frequência um reforma, uma repaginada em algum ambiente que fazia, depois do resultado, sempre tinha alguém pra comentar: “Ahh eu ia querer morar aí pra sempre” ou então “Ahh eu não ia querer mudar nadinha”. Aí já respondi, mais a de uma vez que não, gente, eu mudaria quantas vezes precisasse e pensar em viver em um lugar com a mesma cara me faz querer ir ali na rua, sentar no meio fio e chorar. Mas esse entendimento talvez tenha sido uma interpretação equivocada nascida de alguma postura minha. Eu não sei qual é. Só que, definitivamente, eu nunca fui apegada aos espaços, mesmo os que eu crio. Ou os dos outros. Não que enjoe fácil, mas por muitas vezes deixo claro uma forma de pensar: decoração é mutável como nós. Lugares, ambiente, espaços, objetos. Tudo. Tudo precisa mudar quando a gente muda.

E foi pensando assim e obedecendo as nossas necessidades que estamos, eu e marido, colocando nosso apê à venda. Vem ler mais!

3 de junho de 2015

Limpeza sem complicação: Helpling

Aí mais uma coisa que herdei de dona Maria. E depois de ter a minha casa então, nem se fala. Gosto de ver tudo limpo, com cheirinho e brilhinho. Sou dessas de pegar escova de dente pra esfregar o cantinho ou palitinho pra tirar qualquer micro sujeira. Só que por muitas vezes, com a rotina apertada, cadê tempo pra limpar a casa do jeito que a gente gosta? Quando se trabalha em casa então, nem se fala. Há períodos em que é preciso escolher o que fazer, tamanha é a correria. E isso causa uma frustração que só, porque esta limpeza pra mim está ligada diretamente ao bem estar, à organização e a fruição do trabalho no lar.

Até agora, uma limpeza profissional para serviços domésticos só era possível de se encontrar por meio de conhecidos. Em tempos de redes sociais, por exemplo, a procura pode até ser facilitada. Quanta gente busca ajuda pelo Facebook: “Gente, quem conhece diarista pra me indicar?” Aí chove resposta, contato dali e de cá, mas nada dá certo, afinal, nem sempre é possível conciliar a disponibilidade de tempo desse profissional. Se for em cidades grandes como Rio ou São Paulo então, é preciso levar em consideração e muito, o tempo até chegar a sua casa.

Mas para salvar geral quando a coisa aperta, aparecem empresas que levam em consideração as necessidades e oferecem um serviço bacana. É o caso da Helpling, uma plataforma online que conecta seu interesse com diaristas de confiança. Tudo de uma forma rápida e simples. Além disso, com a Helpling, você encontra uma diarista que pode atender você por um preço acessível e perfeitamente possível.

16 de abril de 2015

Síndrome de Wolf-Hirschhorn e o Dia 16 de Abril

Uma só. Uma pessoa a cada 50 mil no mundo é portadora da Síndrome de Wolf-Hirschhorn. Foi descrita há poucas décadas, em 1961 pela primeira vez pelo médico que deu nome à condição. Rara, nova e ainda não conhecida como deveria. Por isso, há a necessidade de estudos, pesquisas, buscas, compartilhamentos, esclarecimentos… enfim, qualquer atitude que possa colocar pra frente esta campanha sobre a Síndrome de Wolf, abreviatura utilizada. Hoje também é um dia importante. 16 de abril é o Dia da Conscientização da Síndrome. Por esse e outros motivos fiz questão de contar uma história mais que especial e…

9 de abril de 2015

6 meses com A Casa Que A Minha Vó Queria

É isso. Resolvi começar assim. Com este “com” e não “para”. Hoje eu completo seis meses de parceria com este blog tão querido, o A Casa Que A Minha Vó Queria. E faço questão de enfatizar assim, minha gente, por conta da relação de generosidade que há, que sinto. Eu creio que a generosidade é uma das práticas mais puras do amor. E que o amor vitaliza a generosidade, na verdade. Não deixa que uma relação fraterna se torne egoísmo, quando visa apenas interesse próprio, o benefício próprio antes de proporcionar a alegria ao outro. E disso, a gente já…

30 de dezembro de 2014

Um 2015 cheio de “As”

Eu não quero pedir nada em 2015 a não ser saúde. Mais que isso é injusto. Só quero continuar o que tive em 2014. Sem demagogia. Nunca gostei de fazer estes balanços de fim de ano longos e em tempos de redes sociais, compartilhar. Mas o blog não é uma rede só. É meu cantinho, é meu diário é meu trabalho, é meu amor. E acho mais que justo compartilhar por aqui, com vocês, gente que só me traz alegria.

Quero continuar com a mesma gratidão pelo o mínimo que venha a ter, fazer, conquistar como foi este ano. Sem dúvida, o ano de maior trabalho. De beirar à exaustão. E por isso os frutos foram imensos, mais que podia querer ou imaginar. Fui neste ano, grata pelas chances, amizades, parcerias e por todo o aprendizado. Então, 2015, o primeiro verbo pra você é Agradecer.

3 de dezembro de 2014

Nosso primeiro ano!

Sem dúvida, se tiver uma palavra pra definir um primeiro ano de blog é aprendizado. Acrescento gratidão e amor a ela. Aprendi um monte, quero aprender sempre. Sente daí meu abraço apertado, meu beijo estalado e toda a gratidão que emana daqui. Que esta boa energia nos guie por mais um, dois, três anos juntos. Em breve te trago novidades, mudanças boas, claro. Tudo pra gente ficar ainda mais felizes e melhores! Se puder te ofertar um presente como agradecimento, te oferto o que tenho de melhor: um sorriso sincero e largo, de amor e alegria!!

15 de outubro de 2014

50 questões pra responder

Ó que legal o improviso: tava aqui no Ateliê costurando umas corujitas e vi a Dani Sinhoreli, a querida do Banana Craft me marcando. Quando ela faz isso sei que é coisa boa, então corri e já de cara comecei a me divertir! A Dani traduziu 50 perguntas do blog Directions Not Included e no final pediu pra outras duas amigas responderem e eu fui uma delas. É claro que topei! Ri de mim mesma e foi muito bacana. Eu sei que tô em falta por aqui, mas prometo coisa legal pra djá! Mas se quiser sorrir comigo, vem aqui! 😀

8 de outubro de 2014

E como vai a Lojinha?

…vai bem, minha gente, obrigada! Em pouco mais de um mês sentei aqui pra trocar uma ideia sobre esta experiência. E confesso, tenho gostado muito!

Quando pensei na lojinha, pensei em uma forma de reunir o que gosto de fazer: costuras, decor, peças em madeira, mimos, miudezas. Não dava pra ser tudo de vez, eu sabia e logo desisti. Se fosse esperar ter todos o produtos que pensei, a Lojinha Casa de Maria iria ao ar daqui a um ano e olhe lá. Queria compartilhar o que já fazia, o que pensava, o que tinha significado pra mim, o que amo.

28 de agosto de 2014

Pra lá das telas

Há algum tempo, lá na Fanpage dele, um comentário me chamou a atenção. Era alguém dizendo, com muita sensatez, que diferente das outras, a novela “Meu Pedacinho de Chão” deveria ser vista. É que tantas outras, se você apenas ouvi-las, não faz diferença, você entende e até adivinha o que vai vir em seguida. Mas o folhetim das 18h não. Era obrigatório parar para prestar atenção em cada detalhe, sejam estéticos ou sonoros, pois eles são inúmeros, interessantes e lindos. Quase tudo isso se deve ao artista plástico Raimundo Rodriguez de quem me tornei fã e não nego, já falei dele aqui.

21 de agosto de 2014

Parte II – Pra onde vai?

Acho que não vai, ela, a inspiração, fica. Tudo que a gente acumula fica guardado, intrínseco, se confunde e mistura já com nossas vidas. E ainda, é útil demais e pra sempre. Só tive esta resposta depois de muito pensar sobre a conversa e perguntas que me fiz no início do post anterior. Clica aqui e dá uma lida antes pra não se perder nesta continuação. Seguindo…