DIY
13 de maio de 2015

Como fazer decoupage em letras de papel

Conta a história que a Decoupage nasceu aqui na França, no séc XVII, quando as porcelanas chinesas começaram a se espalhar pela Europa. Geral se encantou com as porcelanas decoradas, com desenhos, o que até então não era visto e começou a copiar. Pensaram: ” Je querê fazê lo mesmô! Mé je non saber pas!” Mentira, ninguém falou assim. Isso sou eu com descaração 😀 Mas sério, segundo a história, os admiradores das tais e belíssimas porcelanas, começaram a recortar desenhos e colar em pequenos objetos. Logo, a ideia se espalhou pela Europa e durante as décadas pelo mundo.

A palavra deriva de “Découpage” ou “recortar” e é mesmo a base da técnica. O que era feito apenas com gravuras, imagens separadas e desenhos cuidadosamente recortados, hoje é mais livre, com papéis recortados à mão e aplicados em bases diversas. A indústria para o artesanato se desenvolveu e papéis, colas, vernizes próprios para esta arte foram criados. Marcas que trabalham exclusivamente com a técnica nasceram e o número de adeptos só cresce. Eu entrei pro bolo quando topei com a Décopatch.

9 de abril de 2015

Como fazer guarda-chuva para drinks

Cheeiinte! O sol tá chegando por aqui, meio tchímido, ok, mas tá. Aí o clima tá ótimo pra tomar uma pelos parques e jardins. Eu tenho preferido ir pra os que são mais distantes, mais espaçosos e menos cheios de turistas. Depois te conto onde fica. E com saudade do sol brazuca e da beira da praia, busquei um DIY bem tropical pra compartilhar: o guarda-chuvinha pra drinks! Se não tem grana ou não encontra perto de casa, pega papel e palito que nasce um pra ti.

20 de março de 2015

Como fazer um cachepô de papel

Ebaaa! Hoje começou a primavera aqui!…Cri cri cri… Ok, com frio ainda. Mas eu já tô no assanho atrás de flor pra cá pro apê. Lá no nosso mini apê na Bâea, o que bem gosto de ter é flor. Várias e toda semana sempre que possível. Toda sexta corro pra feira e pego na mão de Seu Carlinhos, geralmente Áster branca, Rainha das Margaridas nas cores rosa e roxo, que são bem fortes e as minhas preferidas, as Gérberas amarelas. E ó que coisa, segundo quem estuda e cultiva a Gérbera significa alegria! Aeeeeee!

11 de dezembro de 2014

Coasters diy

Ou porta-corpo faça-você-mesmo. E eu sou tarada amarrada em porta-copos, gente. Se deixar, faço um conjunto toda semana. São projetinhos adoráveis, fáceis e onde você pode soltar a mão, a cabeça, a ideia, criar com diversos materiais como feltro, tecido, cortiça, madeira, linha, enfim, o que der na telha. E o diy que compartilho por aqui hoje é tão fácil, que dispensa muitas explicações. Só comprei uma folha de cortiça, mas a gente também acha ( Na Le Biscuit) os círculos já cortados. Cortei na forma que queria, montei desenhos com a ajuda de pedaços de durex, pintei e por fim, apliquei verniz fosco em spray. Repara:

28 de novembro de 2014

Faça você mesm@ seu natal!

Eu confesso: tenho preguicinha de natal. De arrumar a casa, montar árvore, enfeitar tudo… Eu e minha irmã, sempre tivemos natal quando pequenas. Dos tradicionais mesmo, com presentes ao pé da árvore e ceia. Depois de adultas e longe de casa, o natal foi dando uma xoxada. Tinha anos que dava pra ir pra casa dos meus pais, outros não e em muitos passei dando plantão na TV cobrindo a ceia alheia. Confesso também que tenho uma certa resistência a esta áurea de bondade e pureza que se instaura neste período apenas. Conheço gente que fala disso só nesta época do ano, esquecem dos outros 11 meses. Mas acho uma data mais que necessária, super especial pra os pequenos. Necessária pra estimular o encanto, o lúdico nas crianças e ainda fazê-las refletir sobre o motivo da data e nunca deixá-las esquecer quem é o grande Mestre de todos.

Reflexões profundas à parte, eu gosto de ao menos um fru fru nestes dias. E se tivesse mininu por aqui a coisa seria maior, sem dúvida. Se não tem uma árvore tradicional é hora de criar coisa simples e fácil pra não deixar o natal passar em branco. Ou só em verde e vermelho 😀 Saí catando algumas opções baratas, fofas, despojadas e fáceis pra noisis, viu? Clica aí pra dá uma olhada e vamos nós!

16 de setembro de 2014

Bolinhas de madeira e suas opções

Se eu disser que eu sou tarada por elas vai pegar mal, então digamos que sou louquinha, fissurada, adhoooro uma bolinha de madeira por aí. Pela decor, em acessórios, penduricalhos. Elas me lembram os brinquedos antigos em madeira que tinha e também lembra coisa boa como as casas de praia que a gente ia e sempre tinha uma cortina assim, com bolinhas em madeira. Talvez venha daí o gosto por este material tão citado por aqui.

11 de setembro de 2014

Um vaso-arranhador pra gatos ou um arranhador-vaso?

E aí que eu chego na loja própria dos fazendeiros pra comprar material e um deles resolve me dar uma fazenda linda no interior de Minas de aniversário. Rá! Pegadjénha da malandra aqui #trabalhaesonhafia. Foi só em uma dessas casas de produtos e materiais pra fazenda que encontrei as antigas cordas de fibra natural. Rodei pra caramba e fiquei boba como os materiais tradicionais estão desaparecendo aos poucos. Corda sintética, colorida, poliéster encontrei todas e nada das naturais. Pensei: “Gentchy, keide aquelas cordas que me arranhavam no balanço, que ralavam na minha perna cinza de tanto pular??” E o vendedor boiando. Precisei recorrer a vendedora mais velha. O menino era novo, não era do meu tempo. Sentei no meio-fio e shoray.

Quando vi a bichinha ali jogada no canto da loja, pedi o quilo, pois é assim que ela é vendida aqui. Fui no olhômetro mais uma vez enquanto ele ia enrolando, enrolando… O bolo foi ficando grande e o menino com cara de sofrimento. Pensei de novo: “Uaha uaha sou má, agora tu vai usar toda esta juventude!” Mentira. Fiz isso não, ele logo pediu arrego e perguntou: “Pra quê tanto quilo de corda?” Respondi: ” Pra fazer um balanço giga no pé de feijão mágico que plantei.” Aí já abriu um sorriso e aliviei pro garotinho dando sinal de zéfiní. Voltei com 15 kg de corda natural novinha, cheirando a infância.

3 de setembro de 2014

Como fazer quadrinho vintage

Eu adoro um tom vintage, envelhecido, cor de página de livro pela decor, sabe? Em pequenas peças, quadros e outros acessórios. Aquela carinha gasta conta alguma história. Como não herdei nenhuma peça assim, digamos que a minha história seja relativamente nova 😀 Então vamos criar algo nessa pegada e começar a história a partir daí.

Pra finalizar a reforma de parte da sala, ainda faltava algo na parede. Há tempos namoro os quadros feitos em cima de páginas de livro antigo, com gravuras, ilustrações. Há sites gringos que só vendem este tipo de arte pra parede e aqui no Brasil, o que encontro ou não gosto da ilustração ou do preço 😀 Então a regra é clara: bora fazer.

2 de setembro de 2014

Como reformar banco de madeira

“Mell dells, quantas buzanfas passaram por aqui?” pensei quando o vi. Mas meu lado cri cri não foi forte o suficiente pra me deter e rapidinho arrematei o banco no bazar. Aí ele todo podrinho. Já tinha deixado de usar o futton de tão podre e rasgado que tava, só sobraram as almofadas pra encosto. Nem valia a pena lavar pesado, então, encomendei outro. Agora a salinha já foi reformada e te mostro ainda esta semana como ela tá um xodó! Antes, vou te dizer como reformei o banco e ele ficou todo bonitchinho <3 <3

27 de agosto de 2014

Como fazer letra decorativa em papel

Desde pequena e roliça tenho a fama de imitar bem alguém, de encenar alguma característica específica, seja na voz, fala, expressão. Claro, não é algo do tipo como imitar Silvio Santos, Faustão, pelo amorrr. É coisa miúda, detalhezinhos. Mas como boa tímida, sempre fiz isso só entre os amigos íntimos. Sério. Tu me vê toda gaiata e saliente por aqui ou em alguma conversa, mas no tête à tête, neguinha fica muda. Aí, nessa coisa linda que é a vida, me caso com um cara que nasceu com riso frouxo e qualquer besteira é motivo pra abrir o bocão. Há tempos brinco com ele de “Daniela Mercury”. Explico, se não, cê vai ficar aí pensando besteira.

É que a Daniela tinha a mania (não sei se ainda tem) entre uma música e outra, levantar um das sobrancelhas, balançar o pescoço meio duro e gritar um empostado: “Alegria!” Ok. Nunca fui a um show da Daniela, mas como ela tá na mídia baiana há décadas é fácil notar estas características. O bicho pegou quando a entrevistei certa vez aqui. A gente conversava sério e ela seguia respondendo. Eis que no meio da fala, ela, que também tem a mania de responder aos repórteres cantando muitas vezes, começa a cantarolar e solta um “Alegria!” Fiz todas as promessas possíveis naquele momento em troca da minha seriedade, em troca de esboçar apenas um sorriso comportado pra não soltar uma gargalhada na cara da minha friend Déénny. Depois disso, a coisa se instituiu aqui em casa e em meio a uma conversa séria, virava pra marido e “Alegria!”. Fazia desaparecer qualquer vestígio de um papo cabeça 😀