DIY
6 de agosto de 2014

Como fazer seu próprio nicho de parede

Ainda bem que tinha voltado a usar franja, pois a marca ficou punk. Não menos que a dor. A dor foi enoorrrme! Isso é pra dizer sobre os meus benditos pedaços de Mdf que peguei do meu marceneiro. Eram restos que iam pro lixo, já cobertos com a melamina da cor que o cliente tinha escolhido. As lâminas de Mdf pra marcenaria não são leves, cês sabem. Daí recolhi algumas pra fazer String Art, mas desisti, pois não é a material mais recomendado. Então, guardei as sobras empilhadas no alto do armário do Ateliê e esqueci-os lá. Por cima, fui jogando tralha que num belo diz precisei tirar. Aí lá vai eu puxar as tralhas e PEIIIIIII! As sobras de Mdf escondidas por baixo caíram e as danadas miraram na minha cabeça, uma em especial, na minha testa. Cara, foi dor, dor, dor que não parava mais! E isso tudo fez apenas um arranhão e um inchaço. Ainda bem que não teve algo grave e depois dessa, saí distribuindo caixas e mais caixas pelo Ateliê e organizar tudo a uma altura confortável.

23 de julho de 2014

Como fazer suporte para planta em Macramê

“Já sei! Vou pendurar no teto da sala!” Daí lembrei que o teto é de gesso rebaixado e precisa de muito cuidado pra furar. “Ok, então penduro na parede atrás do sofá!!” Lembrei de novo que tenho 3 bichanos amorecos endiabrados que não aguentam ver nada pendurado que pulam. Então eu #shorayyy sem ter muitas opções pra colocar este projetinho de DIY aqui no apê. Como sou moçoila legal, mesmo sofrendo este amargor, vim compartilhar ideias bacanas que encontrei.

A técnica é um tipo de tecelagem manual com linhas grossas, cordões ou cordas e não utiliza agulha, apenas os dedos. Os pontos vão sendo formados por nós e outros trançados. A palavra Macramê, de acordo com a galera que estuda muiiito veio do árabe “migramah” e os relatos sobre sua existência são desde a antiguidade. O que durante o tempo veio sendo utilizado na confecção de tecidos, mantas, redes, apliques, pulseiras e colares, hoje é traduzido para a decoração. Quem aí já não viu os suportes para plantas tão fofinhos? Acho uma gracinha com direito à aperto da bochecha!

6 de junho de 2014

Pequeno grande mercado criativo

Cês viram ontem que falei do Bordado e da La Abuela? Viu não, então clica aqui. Mas depois volta pra este post que começo com muito carinho.

Quando conheci a Tarsila, artista da La Abuela, também descobri histórias sobre a arte baiana, novas técnicas e novas ações promovidas por gente nova. Eita, quanto “nova”. Relax, não vou falar da Fonte Nova 😀 Pois bem, em meio aos dias que fiquei namorando cada trabalho da La Abuela, achei um movimento muito interessante promovido por ela e por outra artesã. A Ilustradora e Produtora Cultural, Juliana Bestetti. Ela é dona da marca RUA – Revolução Urbana Artesanal (ó que amor de nome?) A moça é multi e faz coisa pra caramba, criativa total, desde ilustrar paredes até produzir colares fofos. O traço dela é impecável. Cria porcelanas, toys, acessórios, quadrinhos, pôsteres e muito mais <3

4 de junho de 2014

O que o meu Nordeste tem?

Eu achei o trabalho dela justamente quando lia origens e histórias do Bordado em nosso país. Descobri que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística-IBGE afirma que o Bordado é a atividade artesanal e manual mais difundida e praticada no Brasil. A técnica encabeça a lista à frente dos trabalhos em madeira e barro. Me deparei também com alguns exemplos disso…

23 de maio de 2014

Oficina Mão da Massa com o Casa de Colorir

Eu não vou ficar aqui apresentando a Thalita porque vocês já a conhecem, né? Oxe, sabe não, é? Tá, tá, te falo um pouquinho: a Thalita é carioca, jornalista, especializada em marketing, apresenta o quadro “Oficina da Thalita” no Decora do GNT, é criativa, inquieta e moçoila fazedoira de um bando de coisas legais pra nossa casa e tudo muito, mas muito possível.

É autora do Casa de Colorir, que descobri logo depois que começou, há 4 anos. Puxei da memória como encontrei o blog dela, mas não lembro. Só sei que foi paixão à primeira vista. Não só pelo estilo de texto leve e projetos bacanas, mas pelo prazer que a dona da Casa sentia em compartilhar, em incentivar os leitores a fazerem o mesmo. O discurso não era unilateral, sabe? Do tipo: “Tô te mostrando o que eu fiz. Receba e diga oba”. Não. Era: “Ó, eu que fiz, mas é claro que você pode fazer também. É assim…” e aí a leitura seguia por posts e posts. A minha ideia de ter meu blog já tinha começado a brotar e claro que a Thalita foi um grande incentivo. Falei isso pra ela. Como? Na Oficina Mão da Massa que aconteceu em Salvador.

Tinha voltado de Sampa há um dia e dois dias depois precisaria tá no reino dendê, descansada e disposta pra botar a mão na massa por horas. Então, coloquei o aparador no carro e encarei mais de sete horas de estrada pra fazer a Oficina.
Antes disso, ficava ligada na Fanpage do Casa de Colorir pra saber quando a Thalita viria pra Bahia. Exatos 43 minutos depois que ela divulgou a inscrição, corri pra fazer a minha lá mesmo em Sampa. Garanti minha vaga! Escolhi o turno da tarde e antes das 15h, horário marcado, tava lá na porta da Urbans Arts Salvador.

25 de abril de 2014

Mais uma reforma (E como repintar com Esmalte Sintético)

Gentchy querida!

Como vão vocês, hein? Me bate não? Te juro que esse sumiço tem motivo: eu surtei 😀 Sério, tô numa correria sem fim pra dar conta de uma Feirinha que acontece pro Dia das Mães aqui. É um evento grande que dura cinco dias e é lindo! Já participei de outros bazares, antes mesmo do blog, mas agora tem um peso maior, eu sinto. Então, é correndo com costura pra lá, embalagens, etiquetas, tags, brindes e tudo mais pra cá. Fora que logo depois da Feirinha volto a vender online e pra isso, tenho de ter tempo pra tirar foteenhas legais pra vocês.

Quando penso em bazares e feiras me passa um filme sobre nosso trabalho craft, artesanato contemporâneo, costura criativa e etc. Lembro que em um desses eventos, um cliente, conhecido, virou e disse: ” Ahh, tá caro, isso só é tecido.” Mainha me deu educação demais pra frear a minha língua e não dar uma resposta daquelas, mas só retribuí: ” Sorry, este é o preço.”

O preço é justo e até inferior quando a gente pensa que o cliente não tá levando só uma peça. Mas carinho, cuidado, conceito, ideia, criação, criatividade, noites sem dormir, horas de dor de coluna e inúmeros detalhes que vão juntos com uma peça seja de tecido ou não. Quando era um hobby e trabalhava como repórter em tempo integral, ainda titubeava, duvidava de todo este valor colocado nas minhas criações, mas agora, do outro lado, me assumindo completamente como crafter, criadora, produtora, designer não dá mais pra levar a coisa assim (te falei que saí da agência de publicidade onde trampava, né?) Há tempos isso é o que permeia tudo em mim e respeitar o que fazemos é obrigatório.

E penso que tudo que a gente puder fazer de melhor pra agradar quem nos procura e valoriza o que a gente produz vale a pena. Eu tinha uma mesinha, forrada com tecido floral. Mas além dela ser enorme e tá lá muito bem aproveitada na casa da minha sogritcha, queria algo menor e mais prático pra transportar. Daí lembrei no meu antigo aparador. Lembra dele? Nesse post dá pra ter uma noção de como ele era usado aqui no apê. Foi um presente de um amiga e já tava bem velhinho. Mesmo assim, serviu como nosso aparador-tabuleiro por mais de um ano. Então, peguei o bichinho e sapequei tinta pra servir como minha banquinha pro próximo evento! Vou te mostrar.

9 de abril de 2014

Como pintar em porcelana

O título daria no mesmo de “quem descobriu o braseeel?” porque a técnica não é nova e tu vai pensar: ” Alow, nê, atualiza?”. Mas eu simplesmente ADHORO! É super possível, prático, fácil, rápido e dá pra gente viajar criando… ain gente, eu adoro de verdade e se deixar toda porcelana daqui de casa ganha um frufru.

20 de março de 2014

Como fazer flor de papel

Ta dáá! Nem é tão surpresa assim, né? Mas prometi te trazer um PAP e sou gente boa, trouxe. Vou compartilhar contigo o que aprendi: como fazer flores de papel. Cê viu as que coloquei no meu Ateliê, né? Então, vou te mostrar como fiz e fica à vontade pra fazer igual. Acho uma excelente opção pra uma decor barata, pra festas, quarto de criança e locais de criação. É fácil, rápido, cheio de cor e barato. Há tempos tinha visto alguns modelos circulando pela net e quis experimentar.

28 de fevereiro de 2014

Pro nosso carnaval!

Eiita que já tem gente de pé doendo de tanto pular carnaval! Na Bahia então, nem se fala 😀 😀

Mas xô te falar que NUNCA curti? Não por não ter chance, mas por afinidade mesmo (bem BBB, né?) Por vários motivos. Primeiro por ter crescido longe do circuito. Sou do interior e por mais que também tenha festa nesta época, nem se compara com a capital. Mesmo assim, não curtia ir pra rua. Meus pais chegaram a oferecer um abadá pra pular num determinado bloco, mas não quis. Abadá é a camisa e outros itens que, depois de você pagar horrores pro bloco, ele te dá pra você pular segregado dentro de uma corda, enquanto a comunidade te “ver passar” no maior estilo “eu sou alegoria”. Pra mim nunca fez nenhum sentido.

Sendo assim, quando criança, ia pra praia com minha família ou em sua maioria, ia pra Chapada Diamantina. Já falei como me derreto de amores por aquela região, pelo mato, cachoeira e por tudo que aquilo me traz. Quando cresci, continuava viajando em grupo, com amigos e mais tarde, já no jornalismo, foram inúmeros carnavais trabalhando. Cobrindo as festas da região, enquanto todo mundo bebia e babava no microfone, tava eu lá tentando ser ouvido ao som de algum “hit”.

27 de janeiro de 2014

Toda alegria de fazer meu tic-tac

Quando eu pensei nesse projetinho só me veio a canção do Vinícius de Moraes. “O Relógio” fazia parte do repertório de minha mãe e também servia como texto nas avaliações dos alunos de dela. E há tempos pensava em presentear um amiga que tanto me ajuda. Eu já tinha customizado alguns objetos pro quarto dela e também confeccionado umas almofadas. Daí pensei em mais um mimo pra o apê fofo da minha amiga Mila. Uma caixinha de MDF, um relógio do camelô, pedaços de papel pra scrap viraram um relógio mais bonitinho. Ó só que fácil: