Decoração
25 de setembro de 2015

Flores além dos buquês. Por toda a casa!

Flores, folhas e as mais variadas linhas orgânicas que a natureza oferece e a arte transmite pra alguma superfície. Gosta? Eu adoro! E espalhar esta ideia pela decor me deixa fascinada. Ideias mais coloridas, femininas, sóbrias, frias, masculinas, acho mesmo que quando se trata de linhas orgânicas, tudo fica adaptável.

A depender de como é feita, quais cores, qual o lugar fica com a identidade que a gente quer. Em um quarto infantil, em um apê feminino ou em um ateliê de um artista, lojas… Cabe ser em qualquer ambiente, penso eu. Com pintura com tinta, spray, canetinha, marcadores, giz, adesivo, papel de parede, papel de decoupage, papel de presente, recorte de revista, tecido… enfim, os materiais são vários pra nascer uma parede floral.

O banheiro desta casa no Kansas poderia ser só cinza e branco, mas revestir a parede do espelho deixou tudo melhor

22 de setembro de 2015

Um apê bem resolvido e arrojado

Projetado há dois anos em Moscou, este apê de 45 metros quadrados, de uma jovem solteira se divide em uma sala de estar, cozinha, área de dormir e uma pequena varanda. Tá pronta? Tá pronto? Então bora, segura aí que o negócio é de tirar o fôlego!

15 de setembro de 2015

Dicas para sobreviver a uma cozinha pequena

Dramaqueen o título, eu sei, mas deliciosxs que chegam por aqui, a coisa é séria quando se tem uma cozinha corredor. Mas não é retangular, é corredor mesmo. A retangular ainda cabem móveis ou objetos nos dois lados, mesmo que pequenos. Já a corredor, apenas uma fileira, apenas uma parede pode ter volume. E a minha, não é só corredor estreita, ainda é “curta”, pequena mesmo. Ou seja, vesti uma roupa decente, fui lá fora, sentei no meio fio e shooorayyyy. Minto. Quase. Pensei que tinha perdido o jogo pra esta cozinha maquiavélica que tramava planos mirabolantes contra minha criatividade por um bom tempo, isso antes de me tornar designer há menos de dois anos

4 de setembro de 2015

Uma casa colorida e para brincar

Quando eu era pequena, lá em Barbacena, mentira, aqui mesmo no interior da Bahia, tinha uma mania que hoje virou trabalho: pescoçar a casa alheia. Tive o prazer de crescer brincando nas ruas com árvores, pracinhas, cheias de menino remelento e que me davam belos joelhos ralados. A canela é cheia de marca das quedas. E olha que era comportada, nem queiram saber da minha irmã (que caiu de bicicleta numa vala de esgoto. Voltou até com os cílios sujos :D)

Mas tinha a mania de, enquanto passava de bicicleta, diminuir a velocidade pra olhar pela janela das casas de peitoril baixo, com janelas largas em madeira, colorida… bem coisa da Bahia do interior. Delícia. Aí passava curiando, olhando a estante e o paninho embaixo da televisão, ou a toalhinha de fuxico ou crochê da mesa de centro, o sofá com capa, as flores de plástico… Olhava e guardava em algum lugar aqui dentro. Deu nisso hoje, virei designer e por aí vai. Com o mundo virtual, dá pra entrar na casa toda e conhecer como e onde muita gente, de todo o mundo vive.

As quatros crianças dessa fotógrafa e designer de brinquedos dinamarquesa nasceram e crescem em uma casa lúdica e colorida. Lisbeth Hammer encontrou junto com o marido, uma casa de 1970 perfeita para o que queria: trabalhar com o que ama e não sair de perto da família. A casa não é tão grande, mas com muito garimpo, misturas de estampas e cores virou um espaço e tanto para toda a família. E é ao estilo de uma criativa que lança mão de customizações por mínimos detalhes.

4 de maio de 2015

Uma nova e fantástica sala

A gente fica fuçando ambientes pela net, vendo projetos lindos e incríveis por aí e por vezes, internamente a gente solta um: ” Quáá… Isso é showroom..” Mas quando encontro a fonte eu penso: ” Caraléoooo, que massa, bicho!” É. Meu pensamento também é empolgado e têm exclamações. Foi assim com esta sala do designer gráfico, fotográfico e diretor de arte Dabito.

3 de abril de 2015

Mainha! Tô na Decorar Mais por Menos!

Eu nem pensava em terminar a semana com um post assim: de agradecimento e encantamento. Nesse “delírio danado… de queimar as pestanas dos olhos” como já disse Zé da Rocha que foi cantado por Lenine. Mas como gosto de comemorar, escrever aqui é uma forma. Bem como escrever aqui é sempre bom, é sempre ter gratidão por tudo o que me acontece, seja bom ou não.

Quando recebi um e-mail da editora da revista Decorar Mais por Menos eu pensei: “Quáá.. fia, tu para, pegadjéénha nessa minha idade, num pode..” E assim nasceu a matéria completa sobre a transformação da nossa salinha. Fizemos as fotos e enviamos as informações necessárias pra compor a matéria. Fui avisada que sairia na edição 53. Antes, na edição 52, havia saído uma página completa com foto da sala, avisando sobre a próxima edição. Bem como uma notinha com um dos produtos da lojinha. Uma querida amiga fotografou e eu comemorei, sorri e chorei, lóógico, porque sou dessas 😀

27 de março de 2015

Heju – Um blog lindo de Paris

Eu prometi que ia te trazer mais sobre esse pessoal incrível que conheci aqui, não foi? Apoisis 😀 Te trouxe. Falei aqui da Hèléne e do Julien, autores do blog Heju. Não sei ao certo como cheguei até o blog, mas acho que foi por meio dos links que acesso, das lojas de artesanato e DIY franceses. Aí me encantei pelo blog que traz um gosto estético bem diferente do que eu tava acostumada. Os dois são jovens arquitetos e se conheceram da Escola de Arquitetura em Estrasburgo ou Strasbourg, cidade do leste da França, em 2009. Da junção do…

23 de março de 2015

Petit Pan

Quando eu penso que já vi luminária bonita, tomo na cara e conheço a Petit Pan. Mas foi antes de vir pra cá. Não me lembro onde, acho que em algum site gringo. Não deu outra. O que acontece com este ser roliço aqui? Assanho. Fogo danado pra conhecer uma das lojas da Petit Pan aqui em Paris. A de Montmartre é estreitinha, mas com um mundo lúdico, colorido e reluzente lá dentro!

27 de janeiro de 2015

A reforma final da salinha

Mas minha gente, eu tava tão, mas tão doidja pra mostrar como tá a nossa salinha! Mas tudo tem a sua hora, né? Precisava ajeitar dali, fazer algumas coisinhas daqui, encomendar de cá e pronto. Agora sim eu posso compartilhar o maior cantinho do nossa gaiola morada. Ele é a afirmação do que penso sobre decor: é aos poucos, é construída só por afeto, é identidade, é pessoal.

Há dois anos quando recebemos o nosso apê, a grana curta era um obstáculo. Mas pouquíssimo tempo depois, foi a solução. Era chegada a hora de exercitar a criatividade e botar em prática o que eu vinha armazenando durante os anos. Tudo era branco e com poucas intervenções: apenas um rebaixo de gesso mínimo de 15cm e com traços retos pra o pé direito, que já era baixo, não ficar ainda menor. Pontos de luz amarela, persianas (sem cortina, por conta dos gatos), tela de proteção, cozinha, banheiro e ateliê/escritório planejados. Pronto. O resto era todo da época de estudante, móveis surrados e já alguns quebrados.

5 de setembro de 2014

Reformando a nossa salinha

Esta semana te mostrei a reforma do banco que berrava: “Ai, mamita querida! Yo no quiero ese color” Tasquei uma paleta com a minha cor favorita, verde e uma que usava muito pouco, cenoura.A reforma foi o ponta pé inicial para as mudanças em parte da sala. Ela tava da mesma forma desde que compramos o apê, com paredes quase vazias, quadros passeando fora do lugar. Ela tava mais sem graça que uma top model magrela… Mas agora ficou como a nossa alma baiana: colorida e alegre!