20 de março de 2015

Como fazer um cachepô de papel

Em DIY

Ebaaa! Hoje começou a primavera aqui!…Cri cri cri… Ok, com frio ainda. Mas eu já tô no assanho atrás de flor pra cá pro apê. Lá no nosso mini apê na Bâea, o que bem gosto de ter é flor. Várias e toda semana sempre que possível. Toda sexta corro pra feira e pego na mão de Seu Carlinhos, geralmente Áster branca, Rainha das Margaridas nas cores rosa e roxo, que são bem fortes e as minhas preferidas, as Gérberas amarelas. E ó que coisa, segundo quem estuda e cultiva a Gérbera significa alegria! Aeeeeee!

Mas aqui em Paris a xoxidão bateu. Não tinha meus vasinhos, nenhuma flor e até as plantas do prédio onde a gente tá morando tão xoxas por conta do inverno. Aí saí, vendi um rim e fui comprar algumas pra amenizar a saudade. Por qualquer floricultura que passo os preços são altos. Bem altos. Talvez sejam justos mesmo, por conta do cuidado e da dificuldade do cultivo. Só sei que voltei pra casa com cinco Frésias e Gipsofilas. Ok. Não fazia ideia que o nome daquelas miudinhas usadas pra mesclar um arranjo tinha esse nome. Na foto tu vai saber qual é. Porém, contudo, todavia, a xoxidão não passou: onde iria colocar as menénas? Foi aí que vi esse tutorial no Madame Citron e tóinnn! Aliás, voilà! (Pra fingir que sou só a phyneza)

A coisa é tão simples, que mais simples que isso, só dois disso. E eu adoro isso. De onde a gente menos espera, tem algo legal. E ainda reaproveitei material. A garrafa pet da água que a gente compra toda semana, uma folha colorida de revista, tesoura, um boleador de ponta fina. Aí na foto não tem mas usei fita adesiva e “régua” também. Explico as aspas djá.

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Primeiro, cortei a garrafa a uma altura adequada pra receber as flores. E o papel, precisa tá nesta altura também. Eu ainda deixei a medida de um dedo passar.

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Depois de cortar é que vem o segredo deste projetinho: fiz três linhas verticais e depois linhas diagonais saindo da esquerda e da direita no verso do papel. As linhas horizontais estavam bem fracas, por isso editei estes três riscos. A largura fica por tua conta. E como eu tô sem régua, fiz medindo com os dedos. Tu crê que tive a proeza de esquecer uma malinha com tuuuudo pras criações dentro? Linhas, agulhas, régua, cortador, isso e aquilo, tô sem nada aqui. Acabou se tornando um bom exercício de criatividade. A capa do caderno virou minha régua 😀

Mas se tiver dificuldade, clica aqui e baixa direto do Madame o molde já com os riscos certinhos e o sentido das dobraduras. Feito isso, é preciso fazer os vincos. Passei o boleador por cima dos riscos.

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Boleador é esse instrumento aqui usado por quem trabalha com papelaria, biscuit e outros materiais para modelagem. Tem uma pontinha redonda porque a ideia é marcar e não rasgar o papel. Você pode encontrar em vários tamanhos. Mas se não tiver um, de boa. Uma tesoura de ponta redonda, uma faca de ponta redonda, o cabo de uma colher… Ah, amigues, sem minha malinha tô vendo instrumento até onde não tem..

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Depois de passar o boleador a coisa fica fácil e você começa a ver o projetinho pronto. Fui dobrando o papel no sentido de cada traço e depois juntei as laterais com fita adesiva transparente.

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Saca? A coisa como fica? Fica parecendo um vaso “geométrico-amassado” 😀 de outro material, que não papel. O que descobri é que é bom deixar um pouquinho mais folgado e não grudado na garrafa pet. Essa folga garante uma forma melhor. E foi só!

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E dá pra fazer de vários tamanhos, com outros papéis. Pronto, ganhei meu cachepô reaproveitável e facinho de fazer. A garrafa pet não foi pra reciclagem agora, teve muita serventia aqui também. Papel e fita crepe complementaram, o desenho deu a forma e agora tenho cachepô temporário e super prático! E tu aí achando que artesanato com garrafa pet jaz, hein? Hehehehe (Risada infantil e safada).

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E ainnn? Bora fazer?

Beijos, amôliss!