20 de maio de 2014

Por aí. Por Sampa.

Em Roda, menina!

Em fevereiro quando tive em Sampa não deu tempo ir a uma Feirinha da qual sempre ouvia falar, a Feirinha da Liberdade. Daí nesta outra passagem pela terra da garoa, era certo ir lá. Minha tia falava muito do artesanato vendido e tal, mas o que queria mesmo era comer. Ahh queria mesmo, viu… Um tanto de comida diferente que se pudesse e meu estômago coubesse, provaria tudo! 😀

A Feira acontece há mais de 30 anos, desde 1975. Mas a movimentação de feiras ao ar livre começou bem antes com a chegada dos imigrantes Japoneses à capital paulista no século 20. O bairro da Liberdade é um verdadeiro pedaço do oriente dentro da terra da garoa. É uma opção muito boa, instigante e barata pra quem quer consumir a culinária oriental longe dos preços altos dos restaurantes. Meu bolso super agradeceu. Chegamos à rua Galvão Bueno assim que a gente saiu do metrô da Liberdade, linha azul. Subimos às escadas que liga a saída da estação à chegada da Feirinha e tava suuper lotada! A feira era do Japão, mas pra passar por ali só na fila indiana 😀 #piadadãã

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Todos os domingos, das 09h às 18h, artesanato e culinária se misturam por ali. Fui conhecer as produções dos crafters que expunham por lá. Vi muitas bijous de prata, produtos em tecido, couro, porcelana, vidro, uma variedade danada. Uma banquinha só de gorrinhos infantis era uma lindeza. Mas os detalhes da criação japonesa me encantam. São minuciosos, delicados. Os jogos em madeira e as pequenas porcelanas me ganharam <3

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Mas se teve uma coisa, ou melhor, alguém que quis trazer na mala de volta foi o dono da barraquinha. Um japinha fooooofo que me explicou cada peça que vendia, o significado na cultura oriental e tudo mais. E ele sorria, quer dizer, eu imagino que ele estivesse sorrindo porque eu me desmanchava e tive a cara e pau de dengá-lo: ” O senhor é muito gente boa, viu?” Ó ti tôsa linda, zenti?! <3

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Depois do meu ataque tipo #felíciafeelings e de olhar banca por banca, fomos experimentar as guloseimas. Êêê beleza… Passei por várias barracas até escolher o Takoyaki misto, uns bolinhos cremosos com camarão, polvo e um molho divino por cima. Essas folhinhas por cima tinham um gosto defumado que só de lembrar me faz salivar.. Nham nham! Sacanagem soltar este post logo perto do almoço…

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Se você for muito fresca (o), cheio de nhém nhém nhém nem vai porque o passeio é despojado, despretensioso, a gente come em pé, com gente esbarrando na gente, sua comida cai bem na hora que cê vai colocar na boca e…. Eu adoro!! 😀 Marido escolheu a Okonomiyaki, um tipo de pizza japonesa com legumes. De sobremesa, o famoso Anku, bolinho de doce de feijão tipo azuki. Assim, puro, eu não gostei muito não, preferi a mistura dele com frutas e sorvete que comi de sobremesa num almoço com Ju Amorinha <3

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Engraçado que além das comidas típicas japonesas, tinha barraquinhas de cocadas e outros doces do meu nordeste. Ó que mistura delis? Depois do almoço, voltamos pra pegar o que tinha escolhido nas banquinhas de artesanato. Trouxe mais um mimo pra casa. Conheci o trabalho da Sueli e adorei as peças dela em cerâmica! Ela vende pelo ELO7 também. Montei uma plaquinha pro nosso apê e saímos da Liberdade satisfeitos e com saudade! Põe saudade nisso.

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Bjbj, genten! Depois volto com mais um passeio pela essepê ;*