15 fev 2016
Viagem

Rio Grande do Sul e Uruguai: Férias!

Eii gentes!

Tudo beleza com vocês? Ô vontade de voltar aqui pra contar tudinho, ou melhor, quase tudo das nossas férias delícias. Mas por motivos de: internet ruim pra caral… caramba, não consegui fazer nada, sumi. Não, não foi o carnaval. É. Existem baianos que não pulam/curtem trio e afins 😀 Mas agora tudo resolvido, vamos papear.

Tiramos onze dias de férias antes do carnaval e fomos encontrar os amigos queridos do Sul. Lembra que falei deles aqui? E fiz um mimo pra casa nova deles? Então, a Stefânia e o Bruno, ou melhor nossa Fanzita e Brunão são mais que queridos, nos deram uma família no Sul de tanto amor com que nos recebeu. Foi tanto carinho e cês nem imaginam o quanto de soluço rolou na hora de voltar #snif #snif. Não foi a primeira vez que visitamos o estado. Há seis anos conhecemos a Serra Gaúcha e claro, a viagem foi linda. Voltamos doidinhos pelo Rio Grande do Sul.

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Um dos passeios na região de Gramado

Dessa vez fomos pra Pelotas, a famosa Satolep e adoramos a cidade. Arborizada, limpa, com casarões antigos lindos, bares legais e clima gostoso. E o lago? Maior do Brasil? Se passa por praia direitinho e é assim que os moradores e visitantes o tratam. Todos levam suas cadeiras de praia, ficam lá se bronzeando e tal… Achei o lugar lindo e claro, rendem fotos mais bonitas ainda!

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Tá, quando o vento deixa…

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Mas sai e ainda, recheada de amor!

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Depois de conhecer mais da cidade, das famílias queridas dos nossos amigos, de comer a comida perfeita de Dona Bete (ainnn <3) e dá umas bandas por Satolep, seguimos de carro pra o Uruguai. Mais um carimbo e on the road!

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Gente, que incrível! O Negones, irmão da Fanzita (é, eu invento apelidos, só meus) alugou uma casa pelo Airbnb em La Paloma no departamento de Rocha, o equivalente ao nosso estado. E fomos em um grupo maior, com gente boa e do bem. As praias são diferentes do que a gente tem no Nordeste, claro, a começar pela água gelada (e super revigorante!) e quase nada de árvores, mas são tão gostosas quanto. E com violão, amigos, novos amigos tudo fica especial.

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A casa em La Paloma, toda em madeira, tipo chalé, rendeu noites tranquilas, super descontraídas e muita, muita risada, melll dellss, ria de chorar por muitas vezes, adoro! Mas antes, conhecemos a famosa Parrilla, comemos também os melhores rangos feitos por Brunão 2, outro Brunão do grupo, tomamos a Patrícia e tocamos muito com direito a um violino perfeito da Lys, mais uma integrante deste grupo viajante inesquecível <3 Adorei!

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Ainda curtimos um pouco a noite, com o centro de artesanato, conhecendo a produção local, tendo ideias e claro, nos divertindo muito. De La Paloma, metade do grupo voltou pra Pelotas e nós quatro seguimos para La Pedrera, que lugar fooofo!

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As ruazinhas de La Pedrera, com seus restaurantes, banquinhas de artesanato, arte em suas diversas formas… Ai, é de suspirar…

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Cada detalhe da decor…

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A praia é uma delícia: depois de um sol punk na cabeça, a gente mergulha na água gelada e volta cinco anos mais xóofemm e com a buzanfa na nunca, minina! 😀 Mentira. A gente volta sem sentir direito certas partes do corpo. Sério, muito gelo. Mas não vou mentir, adorei! Dá uma revigorada, refresca e o sol fica ainda mais gostoso na pele. Fanzita não botava muita fé na baiana aqui, achava que não ia entrar no gelo, toda acostumada com águas mornas… Mas ô mulher frouxa eu seria, depois de tanta viagem, morrer na praia não rola, né… Caí na água!

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E as lojinhas de decor? M o r r i…. Pera, gente, esse post tá ficando altamente “infartante”…

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A noite em La Pedrera é realmente muito boa. As ruas vão enchendo, os showzinhos pelas calçadas e outras apresentações. Dá pra gente se aproximar dos artistas locais, conhecer mais um pouco daquele outro universo que está mesmo bem perto da gente.

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E o que dizer de Cabo Polônio? Distante de tudo, no meio de um nada super interessante. É um povoado a pouco mais de 200 km de Montevidéu, ainda no departamento de Rocha, escondido entre dunas, rochas e santuários de lobos-marinhos. Cara, que lugar… As moradias, hostels, pousadas, baseadas no reaproveitamento, com sobras de madeira pintada e muita, muita cor. Nada de internet, água encanada, rede elétrica… Ó como é:

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A vibe boa, muitos hippies, pés descalços e arte, muita arte…

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E a gente vai seguindo até o Farol, pelas ruas de areia, até avistar as três ilhas que são santuários dos lobos-marinhos.

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E dá mesmo pra ficar bem perto! Que coisa linda, gente, eles são enooormes, gordos, barulhentos e brigões! Mas ainnnn, quelia apertáá! <3

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O dia em Cabo Polônio estava frio, não deu pra ver aquele céu “Azul Uruguai” … acabei de inventar essa cor pra um dos céus mais lindos que já vi. Pra chegar ao Cabo é preciso pegar um transporte especial pra o trajeto na areia, um caminhão 4×4 todo aberto, com andar, massa!

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Caímos da estrada de novo e chegamos à Punta del Este. Ahh Punta… Tudo isso e mais que sempre falaram! Que lugar interessante, lindo e claro, phyyyno até doer o olho. Punta já fica em outro estado, em Maldonado e é considerado o balneário mais luxuoso da América Latina… e o que eu fui fazer lá? Hahaha oxe, me jogar no mundo, mas quá… E falando do céu, olha esse céu? Punta nos recebeu com um baita sol se pondo… A cidade é linda, linda. Badalada, não muito a nossa cara, vai, mas vale demais, demais a visita.

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E logo depois daí, desse clique, marido, que tinha ido fotografar entre as pedras, me volta toooodo cortado, todo tirado pedaço, desde os dedos, as mãos, perna e pé. Sangue aqui e ali e eu na maior preocupação, enquanto os amigos riam…. Ok, eu também. Resultado: tinha caído nas pedras. Aí conferindo o estrago…

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E eu dando bronca: “Ô, menino! Cadê a unha do dedão do pé? E o dedo? Ficou por onde? Ai….aquil…aquilo é san… sangue… morri… poft…”

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Mas nada que água do mar não cure, farmácia e carinho, nhoimmm <3 Nos dias seguintes, mais praia, mais céu lindo e lugares mágicos pra conhecer!

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Pertinho de Punta, tem Punta Ballena, península onde fica a Casa Pueblo,residência do artista plástico Carlos Páez Vilaró. É um misto de museu, resort e galeria de arte atualmente. Ninguém podia entrar no dia, pois estava reservado pra um evento, mas ir lá pra admirar a vista do lugar é ordem, plissss, quem for ao Uruguai, não deixa de passar por lá!

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O lugar fica bem no alto mas a gente tem acesso tranquilo às serras e um mar enooorme na tua frente te deixa encantada! Além de render fotos lindas pra porta-retrato e pra guardar pra sempre.

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Os amigos nos apresentaram estes e outras lugares lindos que te mostro amanhã! Volto com decoração das boas do hostel que ficamos em Punta, sobre Montevidéu e um post inteirinho sobre Colônia! Beijo, gentes!

Fotos: Bruno Leites, Rogério Luiz e euzinha.

 

 

 


4 respostas para “Rio Grande do Sul e Uruguai: Férias!”

  1. Fernanda Dornelles disse:

    Evaaaa amada,que delicia ver o roteiro de vcs por minha terrinha e depois terrinha de marido.Ele nasceu aqui mas foi criado em Tacuarembó, interior de Uruguay onde ainda tem todos parentes exceto os pais.Lugares lindos demais que ainda quero conhecer do lado de lá.Ansiosa pela outra parte do post pq sei que vem mais lindezas por aqui né.
    Beijão

    • Eva Mota disse:

      Ooo Fernanda! Que bom que vc gostou! Mó responsa falar da terra alheia, né? Hahaha Mas é uma delícia, adoro o teu lugar e amei conhecei o Uruguay também! Fiquei com essa vontade, de voltar outras vezes e espero que consiga. Tô aqui tentando resumir o que foram esses dias lindos, tá difícil! Um beijo grande!

  2. ai que coisa mais maravilhosa viajar contigo!!! que céu é aquele de nuvens arco-iris??? menina, pra quem merece, hein? beijo!

    • Eva Mota disse:

      Ainnn que bom, que bom que gostou, Danii! Eu me controlo pra não postar um livro maior ainda, mas acho que dá pra seguir pelas palavras, né? Nossa, aquele arco-íris de nuvem, nunca vi na vida! Tomara que tenha espalhado sorte! Mil beijos!

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